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Gestão de Comunidades e o futuro da profissão de Relações Públicas

Gestão de Comunidades e o futuro da profissão de Relações Públicas

Stakeholders, público-alvo, persona, engajamento, relacionamento, envolvimento, interesses, aproximação...essas e outras palavras sempre estiveram nos desenhos de estratégias de comunicação de todo profissional de Relações Públicas.

Planejar ações que aproximem as marcas e empresas do seu público é missão da atividade que sempre procurou oportunidades de mostra seu valor dentro dos departamentos de marketing, recursos humanos, comunicação e até mesmo vendas.

Mas com as mudanças nos últimos anos, as transformações no mercado de trabalho, as exigências de pensamento ágil e gestão por times que se envolvem para resolver problemas e achar soluções de forma inovadora, uma nova forma de se envolver e de se comunicar com o público apareceu: a formação de comunidades.

Longe de ser aquilo que aprendemos há décadas atrás nas aulas de história ou geografia, que as comunidades estavam ligadas a concentração de pessoas em bairros periféricos e de baixa renda. Hoje as comunidades são o grande caminho para que as empresa, marcas e até mesmo dores incomum ganhem voz e representatividade.

As comunidades podem ser independentes, com pessoas voluntárias que estão ali para contribuir com uma área ou assunto, mas tem aquelas que podem ser desenvolvidas e alinhadas com o propósito de uma marca e com isso gerar valor, impacto e representatividade para a empresa.

Pensando em todo esse cenário cheio de oportunidades é que o profissional de Relações Públicas pode se destacar e encontrar uma nova e vasta possibilidade de atuação. As estratégias de gestão e de engajamento de comunidades passam tranquilamente pelas habilidades do profissional e por seu olhar 360 na hora de enxergar todos os públicos que podem contribuir com de forma espontânea com o propósito de uma comunidade e de uma marca.

 

Lideres de Comunidade
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